Segundo a concessionária CCR Rodonorte, o fluxo deve se intensificar a partir das 16 horas, se mantendo alto até as 22 horas. Os motoristas que deixarem para pegar a estrada na terça-feira devem encontrar movimento bem mais intenso: até 180% maior em comparação a dias normais.  Horários de pico: segunda (1º), das 16h às 22h | terça-feira (2), das 8h às 13h. Desde a saída para o Natal, a concessionária Autopista Litoral-Sul – que administra o trecho da BR-376 entre Curitiba e o litoral de Santa Catarina – tem registrado um movimento médio duas vezes acima do normal. Isso significa cerca de 60 mil veículos transitando pela rodovia, por dia. No retorno deste reveillón, a expectativa é de que o movimento seja disperso ao longo do dia. O fluxo mais intenso é esperado para a terça-feira, quando o número de veículos transitando deve ser 121,4% maior, de acordo com a concessionária. Horários de pico: segunda-feira (1º), das 10h à 0h | terça-feira (2), das 10h à 0h. Já no trecho da BR-116 que liga Curitiba ao interior de Santa Catarina, o movimento deve ser 10% maior acima do considerado normal. Segundo a concessionária Autopista Planalto Sul, o fluxo deve começar a aumentar apenas às 20 horas.  Apesar disso, os motoristas devem ficar atentos a nos seguintes pontos de lentidão: no Km 115, em Curitiba; Km 152, em Areia Branca dos Assis, já em Santa Catarina; Km 4,5 no entroncamento com a BR-280; o Km 12, em Mafra; Km 133, em Santa Cecília; Km 184, no entroncamento com a BR 470, em São Cristóvão do Sul; e Km 245 em Lages. Nestes locais a concessionária prestará apoio estratégico nos atendimentos e suporte ao usuário através de viaturas e acompanhamento pelo Centro de Controle Operacional. Horários de pico: segunda-feira (1º), às 20h | terça-feira (2), durante a manhã. Quase mil árvores foram ao chão em 2017 em Curitiba Prefeitura atende em média a cinco casos a cada dois dias. Risco aumenta no verão 09/01/18 às 22:00 - Atualizado às 10:56 Da Redação Bem Paraná com assessoria (foto: Franklin de Freitas/Arquivo Bem Paraná) No ano passado a Prefeitura de Curitiba atendeu a cerca de 900 ocorrências de queda de árvores, a maioria em situações de chuva e ventos fortes. Comuns durante o verão, os temporais exigem atenção especial da população, alerta a Defesa Civil de Curitiba. Na média, 2017 teve cinco ocorrências do tipo a cada dois dias. Entre os fatores de risco para a queda de árvores em dias de tempestade estão a intensidade da chuva, a força do vento, o solo já encharcado, além das condições da árvore. Por isso a Prefeitura realiza constantemente a avaliação das espécies nos logradouros públicos da Capital e realiza intervenções. Na semana passada, por exemplo, foi feita a poda preventiva em árvores na Rua Inácio Lustosa. Antes, essas localidades eram atendidas pela fábrica da empresa em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, o que aumentava os custos logísticos. A unidade gaúcha vai se concentrar em atender os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. “A distância começa a inviabilizar o negócio de tintas. O custo do frete está cada vez mais alto. Por isso, a gente decidiu instalar a fábrica em um local onde temos vantagem para comprar matéria-prima e também ficamos mais próximos dos nosso clientes no interior do Paraná e no Sudeste e Centro-Oeste”, afirma Milton Killing, diretor da empresa.